Esteatose

Comparação de um figado em saudável e outro possuindo Esteatose Hepática
Esteatose Hepática

O que é Esteatose Hepática?

A Esteatose Hepática, também conhecida como gordura no fígado, pode ser desencadeada por diversos fatores. Sendo apontado como o principal deles, a obesidade.

A quantidade de obesos com Esteatose Hepática chega a 98%, segundo estudos realizados com biopsia hepática¹. Saiba mais sobre essa doença e como tratá-la.

Avaliação Médica

Agende sua avaliação

Você sabia que o fígado é invadido por um excesso de glândulas gordurosas e o tecido hepático saudável é substituído parcialmente por tecidos não saudáveis. Nesses fígados, os espaços do órgão e as células são preenchidos por gordura, resultando em um fígado maior e mais pesado.

É normal haver presença de gordura no fígado, no entanto quando este índice chega a 5% ou mais o quadro deve ser tratado o mais brevemente possível.

Estado Evolutivo

Evolução da Esteatose Hepática

Se for tratada corretamente, a Esteatose Hepática pode permanecer estável por muitos anos ou até regredir a níveis perto de zero, caso tenha suas causas controladas. Do contrário, a doença pode avançar para esteato-hepatite. Nesta fase, associa-se à inflamação e morte celular, fibrose (cicatrização) e, ao longo dos anos, há maior chance de progressão para câncer de fígado ou cirrose.

Tipos de Esteatose Hepática

A Esteatose Hepática é classificada ainda em dois grandes grupos: Esteatose Hepática Gordurosa Alcoólica: é causada pelo consumo excessivo e crônico de bebidas alcoólicas. Esteatose Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA): síndrome metabólica de forma mais extrema de gordura no fígado que é causada por fatores não alcoólicos

Principais Causas

O que causa a Esteatose Hepática?

Os fatores de risco ou causas de Esteatose Hepática não alcoólica podem ser classificados em primários, secundários e doenças ou condições clínicas associadas. Confira:
Primários

Sobrepeso (com obesidade central) ou obesidade; Diabetes; Dislipidemia (aumento do colesterol e/ou triglicérides); Hipertensão arterial.

Secundários

Toxinas ambientais: produtos químicos; Medicamentos: corticosteróides, amiodarona, estrógenos, tamoxifeno; Esteróides anabolizantes; Cirurgias abdominais: bypass jejuno-ileal, derivações bilio-digestivas.

Doenças que podem ter DHGNA associada:

Hepatite C, Hipotiroidismo, Síndrome de ovários policísticos, Síndrome de Apneia do sono, Hipogonadismo, Abetalipoproteina, lipodistrofia, deficiência de lípase ácida, Dentre os principais fatores de risco para a Esteatose Hepática, podemos citar a obesidade, o diabetes tipo 2, a hiperglicemia (excesso de açúcar no sangue) e a dislipidemia(excesso de gordura).

Curiosidades

Fatores de Risco

Dentre os principais fatores de risco para a Esteatose Hepática, podemos citar a obesidade, o diabetes tipo 2, a hiperglicemia (excesso de açúcar no sangue) e a dislipidemia(excesso de gordura). A obesidade, por sua vez, é responsável por até 60% dos casos de gordura no fígado.

Sintomas

Quais são os sintomas de Esteatose Hepática

A Esteatose Hepática é uma doença silenciosa, sendo assim, a grande maioria dos pacientes não apresenta sinais ou sintomas.

Alguns sintomas começam a ser percebidos quando surgem as primeiras complicações da doença, sendo dor, cansaço, fraqueza e perda de apetite, as principais queixas.

Nos estágios mais avançados de esteato-hepatite, os sintomas mais frequentes são ascite(líquido no abdômen), encefalopatia (doenças no encéfalo), hemorragias, confusão mental, queda no número de plaquetas do sangue e icterícia (pele e olhos amarelados).

Um homem que possui obesidade sentindo dores na região do figado possuindo Esteatose Hepática
Um médico efetuando procedimentos antropométricos para identifcar uma possíbel Esteatose Hepática
Diagnóstico

Como fazer o diagnóstico de Esteatose Hepática?

Primeiramente é realizado um exame clínico para avaliar a pressão arterial, a palpação do fígado e a circunferência da cintura (a obesidade visceral está frequentemente associada à Esteatose Hepática).

Exames de sangue também podem ser solicitados com o objetivo de dosar as enzimas do fígado (fosfatase alcalina, ALT, AST e GGT), além de exames metabólicos como dosagem de glicose, colesterol, insulina, hemoglobina glicosilada, triglicérides, colesterol e frações, e exames frequentemente alterados como ferritina, ácido úrico, etc.

O diagnóstico de Esteatose Hepática já pode ser dado pelo médico através de avaliação da palpação do fígado e confirmado pelo ultrassom de abdômen. Eventualmente pode ser solicitada uma biópsia do fígado, principalmente em casos que haja dúvida importante sobre a origem do problema.

Nossa equipe médica especializada, pode te ajudar!

Novidades

Consequências da Esteatose Hepática

Se não for tratada corretamente, a Esteatose Hepática pode se agravar e causar câncer de fígado ou cirrose hepática, que por sua vez é irreversível.
Cirurgia para Esteatose Hepática

Caso a gordura no fígado não seja tratada de forma adequada, a Esteatose Hepática pode evoluir para cirrose, chegando em um estágio de falência do órgão. Para esses pacientes pode ser indicado o transplante de fígado.

Clinica da Obesidade
Sinal de deixar de lado alimentos gordurosos com as mãos
Casal cuidando da Esteatóse Hepática correndo no parque e fazendo atividade física
Tratamento

Como tratar a Esteatose Hepática?

É essencial que haja redução de peso para o tratamento da esteatose hepática. De acordo com a Sociedade Brasileira de Hepatologia, a perda de 10% do peso corporal já contribui para melhorar sensivelmente a esteatose e as alterações metabólicas e hepáticas.

O caminho para um melhor controle ou reversão completa da doença é alinhar um estilo de vida saudável com o emagrecimento natural, sem uso de remédios ou cirurgias.

Tratamento

Principal fator para um tratamento eficaz!

Quando o assunto é emagrecimento, as pessoas pensam apenas em praticar algum tipo de atividade física e iniciar uma dieta. O grande problema é que essa estratégia sozinha não é suficiente para combater a obesidade e suas comorbidades. Isso porque o excesso de peso possui diferentes causas, sendo os fatores psicológicos e emocionais a principal delas.

Por exemplo, diante de sentimentos de ansiedade, frustração e tristeza, as pessoas tendem a comer mais e normalmente tem preferência por alimentos calóricos e pouco nutritivos. Isso pode acabar favorecendo um ciclo vicioso entre comer para reduzir o sofrimento.

Os especialistas da Clínica da Obesidade alegam que pacientes obesos veem prazer na comida como uma forma de compensar seus problemas e sofrimentos.Desta forma, de nada adianta prescrever dietas e exercícios sem um acompanhamento psicológico para descondicionar padrões comportamentais inadequados, bem como reprogramar a mente e o comportamento alimentar.

Principais Causas

Uso de medicamentos para Esteatose Hepática

São raros os casos em que se torna necessária a introdução de medicamentos. De maneira geral, devem ser tratados pacientes obesos, hiperlipidêmicos e os diabéticos. O ideal, para indicar quem deve ser tratado com medicações, seria conhecer o aspecto histológico da doença (se apenas esteatose ou associada com inflamação, necrose e formação de septos fibrosos). Porém, na prática, não é indicado de forma rotineira a biópsia hepática. Além disso, a avaliação dos efeitos do tratamento medicamentoso para gordura no fígado ainda necessita de mais estudos, com maior número de observações controladas.
Principais Causas

Tratamento natural resulta em perda de peso rápida e combate a esteatose hepática

Já é cientificamente comprovado que dietas da moda e remédios para emagrecer não são efetivos para a perda de peso, além de prejudicar a saúde. Isso sem contar que eles não cuidam dos fatores emocionais e psicológicos envolvidos com o hábito alimentar. Desta forma, para alcançar uma perda de peso saudável e se esquivar dos obstáculos que impedem o emagrecimento é essencial um acompanhamento profissional.

A Clínica da Obesidade, por sua vez, oferece todo o suporte necessário para uma perda de peso saudável. Para isso, conta com uma equipe transdisciplinar completa, composta por médicos, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e enfermeiros. Durante o tratamento, o paciente aprende técnicas de reprogramação

mental, autocontrole, autoconhecimento, moldando a mente para hábitos alimentares saudáveis, que serão mantidos para o resto da vida.

Além de garantir uma perda de peso 100% natural, o tratamento ainda atua no controle ou prevenção de diversas doenças crônicas associadas à obesidade, incluindo esteatose hepática, diabetes, câncer, infarto e apneia do sono. Tudo isso é feito por meio de acompanhamento médico, psicológico e nutricional, exercícios físicos, terapia ocupacional e autoconhecimento. Sem uso de remédios para emagrecer ou cirurgias invasivas! Centenas de pessoas já emagreceram com a Clínica da Obesidade e afastaram o risco de esteatose hepática. Faça parte você também!

wrapkit
Marca da Clínica da Obesidade

Conheça o tratamento que vai ajudar você emagrecer rápido e com saúde, e a tratar efetivamente a esteatose hepática

A Clínica da Obesidade é referência internacional no tratamento da obesidade, com estudos publicados no Brasil e no exterior.

+5 Mil

Pessoas já emagreceram com o tratamento

+150 Mil kg

Perdidos

+2500 Mil

Pessoas não mais dependentes de medicamentos

+50 Mil

Doenças Prevenidas
ENDEREÇO

Estrada do coco, km 8, Cond. Busca Vida, Camaçari - Bahia CEP 42840-000
Salvador BA

TELEFONE PARA CONTATO

(71) 98173-4534
(71) 3500 6000